12 fevereiro 2008

12 02 2006 / 12 02 2008

Dois anos na Combola do Rock.
Pura conicidência, hoje temos mais um ensaio. Vamos comemorar.

11 fevereiro 2008

De todos os males...


Mais uma sessão. Foi no passado Sábado na companhia do PI e do Bray que completei as minhas sessões de guitarras. Debaixo de uma onda de virozes, que fez do STS uma autêntica banca de urgencias; mas lá estivemos. . .

07 janeiro 2008

Mais uma...



Uma tarde de inverno, retido no nosso sonho, mais uma canção que ficou concluída. Na companhia dos restantes membros dos KD, e diga-se que foi uma tarde noite muito bem passada. "Johnny go".
A chegada do fat e mais o seu mais novo, que estava ansioso de ir tocar bataria ( bateria ), empolgou mais a tarde. ( ps: os salgados estavam muita baris ó fat ).
Após a hora da bucha, mais uma vez gentilmente trazida pela "mulher de fogo", entrou em acção James, para gravar umas guitarras muito interessantes em "Todos os males".
NOTA de presença: Até ouve tempo a jogar um Pac man, à moda antiga, mas neste caso em ecrã gigante.

04 janeiro 2008

Segundo dia


















Domingo voltarei ao STS, desta feita para gravar as guitarras que faltam.

Ou seja em "Todos os Males" e "Johnny go".

Iremos com o mesmo espírito com toda a certeza.

03 janeiro 2008

Suspenso no ar

Sim.
Suspenso no ar foi a primeira canção que os KD, composeram à muitos anos atrás.
Tou suspenso no ar
Não sei onde parar...

26 dezembro 2007

Foi o primeiro dia no silêncio e ou numa cama no chão.

Na época em que se pensa mais no consumismo frutífero, no dia 22 de Dezembro, consumiu-se no STS e sob o lema KD “Rock, Puro e Duro” o meu início das gravações das guitarras, diga-se, a sério. Foi um dia completo e em cheio. Pela manhã na companhia do PI, ai vou eu, com o cérebro ainda a zumbir, pois a janta de Natal dos KD, confirmou-se o que se tem confirmado, sempre que o team se junta à mesa…

Chegados ao estúdio e após uma ida já ali, montou-se o amplificador, afinou-se a fender e…
a primeira escolha foi: “Silêncio”…
Quero salientar acima de tudo, o som da guitarra que o Ferro conseguiu sacar, pertecto!! Colocar uns riffs, que de certa forma já tinha em mente, mas Ferro fez o favor de os abrilhantar mais. Tenta-se assim, ou assim… Ok, perfeito.

Hora de almoço; um belo pernil assado no forno, e, meia garrafinha de tinto, e nada melhor para reactivar a memória. De volta ao acolhedor STS, e, para continuar em “Silêncio” para mais uns riffs, mesmo para o meu tipo de som.
Terminada esta, e tenho de voltar a dizer, gosto muito mesmo, das guitarras que em “Silêncio” estão gravadas…

Tempo de mudar de canção, e desta feita “Uma cama no chão”. Tentou-se enquadrar uns riffs com o toquezinho mais pormenorizado, nada fácil para o meu encarquilhado kit de unhas. Pois esta canção merece umas guitarras com pormenores mais cuidados, e, tenta-se assim, ou assim. Coloca-se então uma pianada, para ficar a ideia, e 5*…
Grava-se umas guitarras corridas para marcar a canção. Ok!! é isto mesmo que estava, e tinha pensado.
Confesso que em certas alturas senti-me preso, pois não estava a conseguir transcrever para a guitarra o que tinha em mente e o que me estava a ser pedido. Mas, e findo a noite, já perto das 21horas, lá terminou a sessão, que desta feita coube à minha pessoa contribuir, e espero que bem, e sabe que quem lá esteve que se esteve em sintonia.

Estou satisfeito, com a sonoridade com que estão a ficar as canções num seu todo. Saliento, o som da bateria e Baixo, que mesmo não estarem ainda equalizados, já estão com uma sonoraridade já muito audivél que só ouvindo…

Por ultimo e porque já vai longo este post, reafirmo que pela primeira vez me senti viável nas gravações, pois aquando a gravação do “1ºdisco”, onde, e quando cheguei para colocar as guitarras, já não havia espaço para o fazer, apenas ir gravar o nada. Enfim, foram outros tempos, agora sim, sinto, que aqui, com Ferro e o espírito em que se iniciou a gravação, vai soar a um verdadeiro disco de rock. E nós KD, bem o merecemos. No STS respira-se Rock, sente-se ar Puro, e teremos de certeza um disco Duro.

Saudável é a troca de ideias sobre o que fica bem ou mal, aceitam-se opiniões, sem nada de pressões…

Quero o sol e a lua…
E se os dias fossem maiores…
São as próximas…

Até lá, e porque eu sempre acreditei, e agora mais acredito que afinal teremos um disco com canções feitas à nossa maneira…

It`s rock n`roll, babe…

22 dezembro 2007

AS PASSINHAS...

HOJE é a vez do Monge. E coitado, bem pode dizer-se que está a passar as passinhas do Algarve. Com o chato do Paulo a foder-lhe a cabeça e o cabrão do baterista a cagar palpites, o homem não tem descanso. Para além disso, o olhar circunspecto do Grande Líder ainda aumenta a pressão. Para aliviá-la, a pressão, está também a Patrícia. Essa sim, o verdadeiro conforto do guerreiro.

Agora mais a sério, pelo que consigo perceber - confesso que depois do jantar dos Karpe Diem mal consigo abrir a pestana - as gravações correm de vento em popa e a guitarra do Monge no Silêncio roça a perfeição.

Agora trabalha-se a Cama no Chão. Com amor e carinho. Com experimentações. E com sinceridade. Sabe bem trabalhar assim. Mesmo que a cabeça teime em doer. Pelo menos a minha...

Apanhando-nos pelas costas, o STS lá vai colocando os pianos e uns daqueles sons foleiros de que ele tanto gosta. Qualquer dia ainda lhe fazemos a folha. Mas é bonito, bem bonito, o teclado que ele colocou na Cama.

Vão passando por aqui. Vai haver novidades. E BOM NATAL!!!

21 dezembro 2007

De volta





Após alguns tempos desactivado, resolvemos voltar ao activo. Está aberta a audiência.

01 junho 2006

Uma ideia


A ansiedade aumenta a cada dia que passa.
Muitas são as saudades de repartir um palco a sério com os KD.
Sinto falta do cheiro a morangos vindo dos fumos…
Do aquecimento central e do barulho das luzes…
Dos klm de estrada…
Das favas que nos saem à Tony Ramos…
Da paragem numa estação de serviço para um red bull…
Das compilações de cds de musica para as viagens…
Da chegada ao local onde o rock se fará soar…
Do teste de som, tchei tchei, tchu hei um dois som…
Dos camarins…
Do suor, após o cumprimento de mais uma noite de rock…
E saudades do Zé do Telhado…

Sinto falta…

Mas não vou desesperar,
Mas sim ansiar,
Porque rápido vai passar,
Até Penafiel chegar,
Para juntos poder-mos rockar,

Dasss
Nunca mais chega o dia 24…
Heheh eu apontava para sair-mos de manhãzinha para abrir-mos a pestana,
É que se calhar ainda se faz um churrasco para o almoço… Não?
A não esquecer que temos um prometido….

Faz-nos falta apanhar ar,
Lindo é o ar do norte só nos trás boas recordações….
Rebordosa
The Mission
RTP … Ai Merche ….

Fica a ideia …

Dmonge

27 fevereiro 2006

Cada canção tem uma história : A ALMA


Cada canção tem uma história. Ás vezes maior, outras vezes mais pequena, mas são momentos que só alguns conhecem…
Vou assim partilha-los convosco, sendo que alguma coincidência com o imaginário será pura realidade.A “Alma” é uma canção que surge em 2004 numa fase em que os Karpe Diem tentavam dar rumo as 9 canções que tinham gravado no estúdio “margem sul”.

Os “grandes” concertos tinham aparecido, e a “nossa” nova garagem era então o nosso novo cantinho e local de sonhos.
As suas palavras chegaram as minhas mãos pela “mão” de uma Amiga.

Um poema lindíssimo escrito por “Alguém” que se chama "apenas" Ana, a Poeta criadora do blog http://eroticidades.blogspot.com/ … que eu não conheço no mundo “real”. A sua existência para mim ainda não deixou de ser somente virtual… mas no entanto ela também é uma amiga quando me autorizou juntar-lhe uma melodia.
Esse dia está guardado na minha mente…quando sentado a esta cadeira de guitarra nos braços surgem meia dúzia (ou nem tanto) de acordes e a música deu-se á luz. O medo de a esquecer depois de uma noite de sono… está também presente. Mas não a esqueci. A canção ganhou forma dos 5 pares de mãos que a moldaram pela primeira vez um ou dois dias depois. Decidimos gravá-la mais tarde juntamente com outras canções que entretanto tinham nascido ou viriam a nascer…. E hoje ela está presente, mais do que nunca.


A Alma

Quero roubar-te a alma
Por isso te devoro o corpo
Querendo encontrá-la
Querendo agarrá-la

Em algum canto secreto
Que a minha mão não tocou
Em algum canto secreto
Que a minha boca não beijou

Depois do grito final
Depois da entrega total
Depois do grito final

Então te prendo nos braços
Saboreando aos pedaços
Respiro na tua boca
Perguntando na língua

Onde guardas a Alma
Que ainda não a vi
E tu respondes sorrindo
Apertando-me nos braços

Depois do grito final
Depois da entrega total
Depois do grito final

Não a tenho está em ti
Não a tenho está em mim

Encandescente

27 Fevereiro 2006
por PASSAGEIRO

15 fevereiro 2006

A paciência tem limites

Criticar por criticar, todos o sabem fazer. Eu só o costumo fazer, se a seguir conseguir fazer melhor que a crítica que fiz. Somos livres de criticar, mas façam-se criticas construtivas e não destrutivas cada vez que se abre a boca.

Quando faço parte ou participo em algo, não é só para dizer que faço parte, mas sim, prometer, fazer e concretizar, tento aplicar-me, para que saia tudo com a máxima perfeição, mesmo simples que seja, e sabendo eu, que em muitas das situações vou sair prejudicado, mas se lá estou tenho de demonstrar algo, senão não estava.

Não é meu costume mandar algo para o ar, e ficar à espera que venha alguém a seguir para o fazer, e fico à “sombra da bananeira” à espera que apareça feito, e se não aparece sou criticado.

Mete-me espécie, que certos papagaios dizem que são, que fazem, prometem e não cumprem… É feio, muito feio, falta de carácter.

Há dois anos lançou-se à terra uma semente e estranho que pareça, à muito que o “fruto” da semente semeada, já devia estar pronto para ser consumido, mas não; porque se anda sistematicamente a dizer “está quase” e esse “está quase”, é o infinito? Põe-se de parte o “fruto" como se de uma simples pedra da calçada espezinhada, por milhares de pessoas se tratasse. É assim que o “fruto” é tratado.

Não se cumpre nada, nada e nada mesmo, só aparecem as desculpas esfarrapadas, não existindo o mínimo de consideração, por quem tem feito todos os possíveis para estar sempre presente em todas as frentes, com algumas falhas sim, mas essas falhas não são o motivo para as desculpas consecutivas… NÃO SÃO…

É incompreensível que o “fruto” possível de ser criado num mês demora uma eternidade, e se critica que está torto, soa mal, está fora… Só falsidades para atrasar mais o seu crescimento, em vez de se andar a falar, criticar ou ignorar se fizesse mais e não deixar para amanhã o que devia estar pronto à um ano a esta parte.

Perdem-se horas a fio a falar do nada, em vez de se abrir de vez a torneira para que o "fruto" fique maduro de vez e pronto a ser consumido, por quem gosta, e se não se gosta, critique-se, mas faça-se melhor a seguir…
( pode estar confuso, mas está cá tudo, e não me apeteceu rectificar )

14 Fevereiro 2006
por PÊNDULO

14 fevereiro 2006

por falta de tempo

Por vezes esquecemo-nos de nós e dos outros, dos que vivem ao virar da esquina. Esquecemo-nos a correr com o tempo entre o mar e a terra.

Na azáfama do nosso quotidiano, esquecemo-nos de dar tempo ao tempo, de dar tempo aos outros, do nosso tempo. Um tempo para os outros, um tempo para nós, para as vidas que compõem os nossos dias. Um tempo que foge sempre ao sabor do vento.

Muitas almas que conhecemos no tempo das nossas vidas, algumas completam-nos, outras fogem-nos e entregamo-nos ao vazio inesperado e por falta de tempo, julgamo-nos incapazes de abraçar decisões e seguir em frente.

Há sempre falta de tempo quando pensamos com a razão e nos esquecemos da compreensão, ou quando o coração se remete a um silêncio perpétuo, por falta de tempo…
13 Fevereiro 2006
por PÊNDULO

13 fevereiro 2006

caminho

Desvendar o sentimento que se sente quando se está a repartir uma sala de ensaios, um palco ou uma viagem nos KD?

Entra-se numa destas situações, e a única coisa que se sabe é que se desfruta de sentimentos únicos. Pois o calor da sala de ensaios ou o pó dos palcos é algo mágico, que se sente logo nos primeiros acordes, seja qual for a música. Sabe-se sim que no tempo (que parece passar num ápice) é um tempo NUNCA DESPERDIÇADO. Mesmo que algo corra menos bem, é bom na mesma, pois o sentimento continua na viagem seguinte.

Cada música é um destino… O destino de repartir estes momentos com 4 almas diferentes de si próprias e únicas…

…Ainda não o consegui descobrir, espero nunca os descobrir, mas sim continua-los a sentir, porque este é o caminho… que mete inveja a muita gente…
12 Fevereiro 2006
por PÊNDULO